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COORDENADOR DE DEFESA CIVIL PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE DESASTRES NATURAIS NA ALESC

Publicado em 30/08/2013 às 00:00 - Atualizado em 03/06/2015 às 15:52

 

O Coordenador da Defesa Civil de Alfredo Wagner, Emerson Martins, participou na última sexta-feira (30), de uma audiência pública da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas para discutir mecanismos de prevenção a desastres naturais. A audiência, realizada na Assembleia Legislativa do Estado, foi presidida pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

O debate reuniu autoridades como o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, o senador Casildo Maldaner, além de representantes da Secretaria de Defesa Civil de Santa Catarina, da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e da sociedade civil. 

Na pauta, foram discutidos os efeitos da intensa ocupação das áreas de risco, associada ao desrespeito à natureza por meio de: desmatamentos, queimadas, assoreamento de rios, acúmulo de lixo, ocupação desordenada das encostas dos rios, edificações mal construídas, ausência de plano diretor, e ações que causam efeitos devastadores nos municípios.

 

Durante os debates, o Diretor de Prevenção da Defesa Civil Estadual, Fabiano de Souza, destacou as obras que estão sendo executadas pelo Governo do Estado. A construção e melhoramento de barragens e a implantação do centro de monitoramento e alerta, que fazem parte do Pacto da Prevenção, estão entre os trabalhos desenvolvidos pelo governo.

Embora ocupe apenas 1,2% do território nacional, Santa Catarina enfrenta 13% dos desastres naturais do País. Alfredo Wagner é um dos municípios cadastrados como prioridade devido ao risco de desastres ser relevante. A situação vem preocupando as autoridades. Para o coordenador Emerson Martins, é essencial que o município una esforços com os poderes do Estadual e Federal para evitar desastres.

“Devemos priorizar os trabalhos de prevenção. Eles garantem a manutenção da segurança de toda a comunidade. Após o incidente os custos para repará-los são superiores e há a desastres que são irreparáveis”, afirma o coordenador Emerson.

 

Matéria: Mario Kalbuch

 


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